Os temas sobre os quais os capitulares se concentraram não são novos. Com efeito, basta reexaminar as Conclusões dos dois Capítulos Gerais precedentes para dar-se conta. É importante, a este propósito, que cada franciscano secular e os Conselhos em todos os níveis retomem nas mãos as conclusões dos dois Capítulos Gerais precedentes e as confrontem com as presentes.

O Capítulo insistiu sobre os mesmos temas e com as mesmas argumentações porque evidentemente não se reconhece que as conclusões precedentes tenham sido aplicadas satisfatoriamente a nível de toda a Ordem, e porque existe a consciência de que não se podem modificar absolutamente as prioridades até que não sejam levadas a pleno cumprimento e consolidadas as mudanças desejadas.

As conclusões demonstram que a Ordem, no seu nível máximo, quer sair das genéricas e acadêmicas declarações de intenções para entrar numa fase de concreta e corajosa atuação e testemunho. Não basta enunciar altos objetivos, nobres e devidos que, além de tudo, são já o fundamento da nossa própria Forma de Vida, a Regra e as Constituições Gerais. Uma vez postos os objetivos é preciso continuamente voltar à memória e confrontar-se com eles para verificar a fiel atuação.

A Presidência,

– compartilha, faz próprias e acolhe com atenção todas as perguntas e as recomendações do Capítulo e se empenha, enquanto lhe compete, a dar pleno cumprimento com o melhor de suas próprias capacidades;

– formula as seguintes observações e recomendações para todas as Fraternidades do mundo:

1. As Conclusões dos Capítulos são vinculantes para a Presidência mas também, e talvez ainda mais, para todas as Fraternidades do mundo em todos os níveis e para cada Franciscano Secular. Essas devem, portanto, ser objeto de uma contínua e atenta consideração da parte de todos a fim de que a Ordem, como uma coisa só, se esforce de todas as maneiras para realizá-las. Recomenda-se, portanto, de fazer todo o possível, em todos os níveis, para fazer conhecer, realizar e verificar os objetivos postos pelos Capítulos.

2. O esforço para aprofundar e fazer própria a identidade de franciscanos seculares deve prosseguir mais intensamente que nunca segundo as linhas dadas pelo Capítulo e pelo projeto de Formação.

3. O compromisso de trabalhar para realizar uma comunhão de “ser” e “agir” como Família Franciscana deve crescer e a OFS deve tornar-se uma intérprete qualificada.

4. É fundamental que os Conselheiros Internacionais, ao tomar plena consciência do essencial de seu próprio cargo, deêm-se conta de serem responsáveis não só nas lutas das próprias Fraternidades Nacionais e da Presidência Internacional mas também de toda a Ordem no seu complexo.

Extraído de http://ofssudeste2.blogspot.com/2009/01/concluindo-capitulo-geral.html acesso em 30 Jan. 2008.

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