Neste Capítulo emergiu com vigor a necessidade que o franciscano secular assuma inteiramente a sua secularidade e se faça presente com o seu ser e o seu agir no debate político, na formação corajosa de leis justas, no promover com solidez o direito à vida desde a sua concepção e em todos os seus estados e para assegurar sobretudo aos pobres, aos sofredores, aos marginalizados, aos perseguidos, condições de vida dignas de criaturas remidas em Cristo (cf. Reg. 13; CC.GG. 18-19).

Por muito tempo a Ordem permaneceu nas “sacristias”. E’ chegado o momento já improrrogável de entrar na cidade do homem para exercitar com energia e visibilidade as próprias responsabilidades de testemunho e promoção da justiça, paz e defesa da vida, dos direitos e da criação.

É essencial que a Ordem se faça presente como tal e não só através das louváveis iniciativas individuais. Deve-se redescobrir a importância de reconhecer-se e de ser um só corpo solidário para o serviço do Reino e do mundo para que ele seja todo redimido em Cristo.

A Ordem começa a ter plena consciência de sua dimensão mundial e do seu potencial de pressão sociopolítica. E’ seu dever utilizar esta sua presença em toda parte da terra para operar eficazmente onde quer que seja, assumindo a necessária visibilidade e fazendo-se promotores de iniciativas intensas e corajosas junto aos organismos nacionais e mundiais de governo.

Disponível em http://ofssudeste2.blogspot.com/2009/01/presenca-no-mundo-capitulo-geral.html acesso em 30 Jan. 2008.

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